Terça-feira, 1 de Julho de 2008

REQUIEM

 

 

É a manchete do Público de hoje: “Governo e Bruxelas declaram todo o pinhal português afectado por doença mortal”.

 

Lembrei-me imediatamente de D. Dinis que, ao mandar semear do pinhal de Leiria, se tornou, como diz Fernando Pessoa no “Semeador de naus a haver”.

Com essas mesmas naus fomos até ao fim do mundo; semeámos e plantámos, em velhas Civilizações, novas Culturas. Afirmámo-nos como Povo e como Nação. Deixámos Países novos em todos os Continentes. Fomos.

 

Segundo Spengler (ou terá sido Toynbee?), as Civilizações são como os seres vivos: nascem, crescem, reproduzem-se e morrem.

 

O pinhal que semeamos nos fez crescer e ser, morreu.

 

Portugal também.

 

Desliguem a máquina.

 

sinto-me: sei lá ...
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publicado por fanicos às 17:57
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